A luta da saúde também é ambiental e ecológica!

joaoalfredo-gasdepimentaNos últimos dias, a cidade de Fortaleza-CE viveu um intenso processo de polarização política: de um lado estavam as empreiteiras, a especulação imobiliária e os governos estadual e municipal, que tiveram suas campanhas eleitorais financiadas por aquelas; do outro lado, o movimento #ocupeococó, que defende a manutenção e legalização do parque ambiental frente a tentativa de construção de um viaduto no local.

Apesar da força política e do poder econômico daqueles que defendem a construção do viaduto, até agora o movimento #ocupeococó tem sido vitorioso, seja através da luta política, seja através das intervenções judiciais.

Por conta disso, os defensores da ocupação e do Parque do Cocó tem sofrido ataques por parte daqueles que tem o lucro e o individualismo como metas centrais de suas ações. Entre os que sofrem ataque, está o vereador João Alfredo, do PSOL, que colocou seu mandato, desde sempre, como parte da luta em defesa do Parque do Cocó.

Manifestamos nossa solidariedade ao camarada João Alfredo e a todos e todas que estão em luta na cidade de Fortaleza em defesa do Parque do Cocó e contra a especulação imobiliária. A luta tocada Setorial de Saúde do PSOL em defesa da saúde pública incluir as questões ambiental e ecológica, tendo em vista que a promoção da saúde está diretamente articulada a tais elementos.

Setorial de Saúde do PSOL

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Uma resposta a A luta da saúde também é ambiental e ecológica!

  1. Importante todas as bandeiras de lutas, mas não esqueçamos que, a intolerância religiosa neste país acaba sendo o carro chefe para uma luta bem maior, que poderia desbancar as oligarquias políticas e econômicas que estão por trás do Poder Público.

    Apenas um exemplo do desperdício que acontece com o dinheiro público em nome da religião, e os partidos políticos ficam caladinhos:

    A imagem de Nossa Senhora, em Juazeiro do Norte, irá custar aos cofres públicos nada menos que 1,1 milhão, e hospitais públicos, e outros órgãos também fazem. Se estes recursos públicos fossem direcionados para o tão combalido SUS, ou para a educação, poderiam melhorar o nível cultural das pessoas e salvar muitos que se encontram morrendo à mingua, nas filas, pela falta de uma simples consulta ou exame laboratorial.

    A ABRAVIPRE, a primeira associação de combate ao preconceito religioso já deu o tom certo sobre a intolerância religiosa, e conclama a todos a discutir a temática.

    Nosso site em construção, acessem http://www.abravipre.org

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